segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Seule

Mais uma para contemplar o centenário do Vinícius De Moraes...

SEULE

Seule, seule
Seule même dans tes bras
Seule le jour
Seule la nuit
Rêvant toujours
l´amour qui ne vient pas.

Chante une chanson pour me bercer
Fais-moi, je t´en prie, tout oubler
Enlace-moi
Embrasse-moi

Prends, mon chéri, tout ce que tu veux
O si tu savais me faire sourire
Je pourais t´aimer jusqu´au delire.
Mais, mon amour
Oh mon amour
Tu n´est pas l ´amour rêvé.




terça-feira, 26 de novembro de 2013

Palhaça-atriz? Atriz- palhaça?

Quando tudo começou!

com 6 anos, na primeira oficina

Inspiração

Só porque essa poesia do Vinícius me inspirou por diversos dias seguidos....

O verbo no infinito

Rio de Janeiro

Ser criado, gerar-se, transformar
O amor em carne e a carne em amor; nascer
Respirar, e chorar, e adormecer
E se nutrir para poder chorar

Para poder nutrir-se; e despertar
Um dia à luz e ver, ao mundo e ouvir
E começar a amar e então sorrir
E então sorrir para poder chorar.

E crescer, e saber, e ser, e haver
E perder, e sofrer, e ter horror
De ser e amar, e se sentir maldito

E esquecer tudo ao vir um novo amor
E viver esse amor até morrer
E ir conjugar o verbo no infinito...


O Beijo, de Gustave Klimt

Pelo fim da violência contra a mulher

Posto link desse post da Lola. Gostaria de ressaltar que a violência psicológica contra a mulher é a mais terrível e silenciosa. A opressão exercida pelo companheiro é gravíssima e pode levar até a morte. E aí, como provar que ele tem culpa?!

http://escrevalolaescreva.blogspot.com.br/2013/11/rompa-o-silencio-da-violencia-domestica.html

Uma nova paixão: Mia Couto

Há alguns anos atrás li um conto de Mia Couto chamado "A última chuva do prisioneiro" e me apaixonei pela forma de escrever dessa pessoa, que para mim, era uma mulher portuguesa. Eis que anos depois cai em minhas mãos o livro "A menina sem palavra" e acende uma paixão absoluta, uma vontade de ler e descobrir toda a obra dessa pessoa, que na verdade é um homem, moçambicano (embora branco), de nome Antônio Emílio Leite Couto, mas que adotou o nome Mia por conta de sua paixão por gatos, e porque seu irmão não sabia pronunciar seu nome.

Abaixo posto imagens de capas de alguns de seus livros, que são verdadeiras obras literárias ( não tenho um preferido), e também a foto do autor.
Que mais posso dizer? Leiam Mia Couto!















Mia Couto. Ele mesmo.


 


Mia couto como eu imaginava
 


sábado, 23 de novembro de 2013

Que tal voltar?

Que tal voltar ao blog?
 E aproveitar para retomar a minha liberdade de expressão, liberdade de contar sobre os fatos, falar do que eu quero e gosto, sobre teatro, literatura, música, política, sobre o feminismo, sobre cinema, sobre meu filho, sobre a vida, sobre o tempo....que aliás passou!?
Ótima ideia!
Então começarei postando um link de um post do blog da Lola (que eu amo), e que tem tudo a ver. Pra bom entendedor, meia palavra basta.

http://escrevalolaescreva.blogspot.com.br/2013/11/chamar-pessoas-de-mentirosas-tem-perna.html


Beijos à todos!